Brasileiros deram show no UFC Rio 2; veja
Ao nocautear Chad Mendes no fim do primeiro round, José Aldo não só manteve o cinturão dos pesos-penas como, pela primeira vez, venceu de tal forma no UFC.
Antes, nas duas lutas que realizou pela entidade, o brasileiro havia vencido por decisão dos juízes, após disputar os três rounds.
- Não sentia pressão nenhuma por isso [falta de nocautes]. Acontece que antes ninguém me conhecia, os golpes encaixavam mais. Mas hoje foi uma noite maravilhosa, uma vitória no Brasil, com o apoio da torcida.
Para derrubar Chad Mendes, José Aldo acertou uma joelhada no norte-americano, que caiu na sequência e a luta foi interrompida.
- Treinei bastante essa queda com joelhada. Sabia que ia conseguir me defender e frustrar o Chad. Sempre que tiver oportunidade, vou usar isso.
Já Vitor Belfort, que também triunfou no primeiro round, derrotou o norte-americano Anthony Johnson com um mata-leão. Desde 2001 o brasileiro não vencia uma luta por finalização.
- Vim para essa luta para entrar numa batalha. Queria ser testado e consegui provar. Sabia que ia nocautear ou finalizar. Senti a vibração do público e encaixei o golpe.
No entanto, nenhum dos dois faturou os prêmios extras dados pelo UFC. Edson Brabosa, que derrotou Terry Etim com um chute giratório espetacular no terceiro round, faturou 65 mil dólares pelo melhor nocaute da noite e mais 65 mil dólares pela melhor luta.
Já a melhor finalização foi para Toquinho, que aplicou uma chave de tornozelo em Mike Massenzio ainda no primeiro round.
Texto Cauê Rademaker, do R7, no Rio


